terça-feira, 8 de novembro de 2011

Software Livre

Vamos falar um pouco sobre software livre?

 Geralmente quando vamos falar sobre software livre sempre ouvimos em Linux e suas distribuições, em partes é um pensamento que tem muito embasamento histórico, pois com a criação do projeto GNU com o "anfitrião" Richard Stallman que particularmente é uma das poucas pessoas nesse mundo que merecem meu respeito e admiração, pois, com ele nasceu o software livre em 1983, abriram-se muitas portas para os pequenos desenvolvedores e para a comunidade como um todo, isso não quer dizer que as coisas ficaram melhores, com mais softwares livres, as grandes empresas de desenvolvimento de software estavam em uma posição um tanto quanto desconfortável, pois, o que eles cobravam pela licensa, era de graça, graças aos esforços de muito poucas pessoas, este pensamento até hoje não está difundido muito bem, pois, muita gente tem aquele pensamento pobre que Linux é de graça porquê não presta, que não tem atrativos, bem, eu penso diferente, pois, o Linux desde a sua kernel original criada em 1991 pelo insignificante estudante Linux Torvalds que, se me permite dizer tem pensamentos muito promissores até os dias de hoje



 Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:
As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:
  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.
Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.
A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.

O que é copyleft?

Copyleft é uma extensão das 4 liberdades básicas, e ocorre na forma de uma obrigação. Segundo o site da Free Software Foundation, “O copyleft diz que qualquer um que distribui o software, com ou sem modificações, tem que passar adiante a liberdade de copiar e modificar novamente o programa. O copyleft garante que todos os usuários tem liberdade.” – ou seja: se você recebeu um software com uma licença livre que inclua cláusulas de copyleft, e se optar por redistribui-lo (modificado ou não), terá que mantê-lo com a mesma licença com que o recebeu.
Nem todas as licenças de software livre incluem a característica de copyleft. A licença GNU GPL (adotada pelo kernel Linux) é o maior exemplo de uma licença copyleft. Outras licenças livres, como a licença BSD ou a licença ASL (Apache Software License) não incluem a característica de copyleft.






  Acima você vê o símbolo do copyleft, palavra que é um trocadilho com copyright, e cuja tradução aproximada seria “deixamos copiar”, ou “cópia permitida”.
  Antes de pensar em "crackear" um programa, reveja seus conceitos, se um software é pago, quer dizer que o seu desenvolvedor decidiu que seria assim, é indiscutível isso, só quem desenvolve programas sabe o trabalho que dá, e, se alguém quer ganhar a vida programando e cobrando pelas cópias, que seja, não faz mal a ninguém, mas, se existem softwares livres que podem desempenhar funções a nível de produção, então não custa nada tentar, o próprio projeto ubuntu tem o seu suporte para clientes corporativos.

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